O Meu Santo Protector – Santo António nas Lojas do Porto

santoantonio

Olhem que fortuna para a casa!
Agora é que ela prospera…
Eh! Eh! Eh! Valha-o Santo António!…

(fala de Manuel Quintino)
JÚLIO DINIS, Uma Família Inglesa, 1858

As flores que educam artisticamente os olhos
e o espírito, nasciam em cardumes pelos
quintais do Porto, especialmente as camélias.
Mas, se eram colhidas, não eram amadas.
Destinavam-se especialmente aos santos,
porque havia sempre em cada casa um ora-
tório, como havia em cada mercearia um
nicho com Santo António.

ALBERTO PIMENTEL, O Porto há Trinta Anos, 1893

 

Campo das Letras 1999


 
%d bloggers like this: