PORTO PROFUNDO

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Afinal, estou pensando agora, ainda se encontram por aí razões, lugares e acontecimentos que dão motivos mais do que suficientes para tornarem o burgo espaço “habitável e poético” (segundo a ideia de Marc Guillaume). Mas, convenhamos, é mais fácil, para quem vai (ou vem) de fora, apreciar uma cidade como a melhor, mais aprazível e apetecível, embora quem lá viva não pense o mesmo. Porque, no final de contas, está a ser cada vez mais difícil , não propriamente viver no Porto, onde subsistem muitos bons sítios para isso, mas, principalmente, viver com o Porto, o Porto profundo, das nossas referências, raízes e encantamentos.

Helder Pacheco, Porto: Memória e Esquecimento

PORTO PROFUNDO da autoria de Alfredo Correia é uma adaptação para o teatro de textos de HelderPacheco, levado a cena pela Companhia teatral de Ramalde com produção da Associação Recreativa e Cultural Conjunto Dramático 26 de Janeiro. Estreia a 22 de fevereiro de 2002, na Sala teatro – Sede do 26 de Janeiro.

Edições Afrontamento 2006

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